Como os consumidores escolhem seus fornecedores?
Em estudo recente, constatamos um comportamento contraditório por parte dos compradores. Eles dizem uma coisa, mas se comportam de forma oposta. É o paradoxo do novo consumidor.
O que identificamos é que compradores estão lidando com inúmeros desafios contraditórios, como, por exemplo, enxugar despesas, enquanto devem estimular o crescimento da empresa. Além disso, os constantes aperfeiçoamentos de softwares fazem com que os consumidores repensem a todo instante suas plataformas de TI. Desde o surgimento das redes sociais, o consumidor também está exigindo relações cada vez mais próximas com seus fornecedores. Outro fator constatado no estudo aponta a necessidade dos clientes em receber soluções personalizadas, ao passo que desejam saber de que forma as soluções foram úteis para outros clientes.
A norte-americana ITSMA, especializada em consultoria e pesquisa, destacou a reação dos clientes ao perceberem uma necessidade. 63% deles proativamente procuram pelos fornecedores atrás de soluções, enquanto os outros 37% acabam sendo contatados pelos fornecedores antes. Mas antes de qualquer coisa, a primeira reação dos empresários é ouvir seus colegas de profissão e pessoas de confiança (68%). A segunda reação é fazer pesquisas online em websites de outras empresas e especialistas (39%).
Na hora de tomar grandes decisões que envolvem contratação de serviços, 58% dos norte-americanos consultados pela ITSMA afirmaram recorrer às redes sociais como Linked In, 50% consultam Blogs e 48% consultam o Facebook. E na hora de bater o martelo, 36% escolheram a empresa que melhor compreendeu suas necessidades, enquanto 29% optaram pela antiga parceira, pois sabiam o que esperar. A mesma porcentagem optou por empresas com boas referências de clientes.
Já faz um bom tempo que especialistas alegam que no ano subsequente veremos um aumento viral de Mobile Marketing em B-to-B. Segundo o especialista Jay Gaines, ainda estamos esperando que estas previsões se concretizem. É claro que algumas táticas usando mobile já foram implementadas, mas a maioria das empresas não investe significantemente em tecnologias de Mobile Marketing. Seria hora de reconsiderar as previsões?
Foi somente nos últimos dois anos, com a introdução do iPhone e os avanços do web browser do Blackberry, que os Smart Phones mudaram a dinâmica de trabalho e acesso à internet. Muitos compradores B2B agora utilizam das três telas – TV, computador e celular. Considerando o crescente desafio de alcançar targets e a non-stop evolução dos Smart Phones, facilitando e aumentando o tempo de navegação e visualizações de vídeos e podcasts através de aparelhos celulares, o mobile marketing mostra-se, certamente, emergente.
Porem, não há sinais de que mobile se torne um foco principal de pesquisas e atividades este ano. Lideres da área alegam ainda estarem pensando e discutindo experimentações. Enquanto as atividades e o buzz em cima de aplicativos mobile, propaganda e web site mobile aumentam, acreditamos que algumas outras questões são relevantes:
Se você está pensando em implementar suas estratégias com mobile, nosso conselho é que comece examinando o comportamento de seus clientes target (índices de uso de Smart Phones, acesso de email e utilização de web), incluindo seu time de vendas e parceiros. Pense em como engajá-los executando táticas que encontrem as necessidades deles com seus objetivos.